julho 4, 2009

 

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Manel Cruz (Foge Foge Bandido)
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The Wrestler

japandroids

Japandroids

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junho 30, 2009

revolver

Revolver - Music For a While(2009)

horrors

The Horrors - Coachella, Sunday, April 19, 2009

Silversun Pickups

abril 22, 2009

silversun-pickups-swoon O recém lançado Swoon da banda de LA, deixa bem claro na primeira faixa que as iniciais do seu nome não fazem referência a São Paulo ou ao programa Super Pop(hahah) e sim aos Smashing Pumpkins.

A sonoridade é a mesma, mas talvez por causa da voz ser menos agressiva ou pela ausência do poeta de Chicago nas letras o grupo pode parecer sem sal, mas o fato é, se você não for fanático pelo Smashing e apenas gostar do som deles vai gostar do Silversun Pickups também.

An Horse

abril 18, 2009

Poxa vida gente, estou meio sem tempo mas não esqueci de vocês leitores não, aí uma banda bacana pra me redimir. Ao contrário do que se lê nessa vasta internet, a única semelhança do duo com os White Stripes são o sexo  dos integrantes, fora isso não tem nada a ver, An Horse é sim muito legal mas de outra forma, bem mas voltado para a música pop e longe demais das experiências musicais de Jack White.

O vídeo é da minha preferiada do álbum Rearrange Beds, ao vivo no Letterman. Até!

The Horrors

abril 2, 2009

 Antes de mais nada perdão pela ausência, as férias terminaram e não tive tempo de ouvir música perto do computador, a solução é por no ipod e ir para vida hehehe, e como não poderia deixar de ser descobri novas músicas mas as de hoje em especial me forçaram a achar um tempinho para postar.

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 Por favor leitores, não se deixem levar pelas primeiras impressões que os integrantes tendem a passar, eles estão léguas a frente do Tokio Hotel ou de qualquer uma que venda apenas a imagem e a música como bônus, o fato é que o álbum de estréia deles “Strange House” me conquistou no ano passado, muito divertido, garageiro e original, mas o novo deles “Primary Colors” é simplesmente magnífico.

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 Em uma rápida comparação, “Sheena is a Parasite” um single do primeiro trabalho da banda, tem a duração de 1:42, enquanto “Sea Within A Sea”, também um single só que esse do segundo disco possui 7:58. Eu tenho certeza que não serei o único com uma pulga atrás da orelha quanto a essa mudança radical do grupo, mas a produção do disco ficou por conta do Geoff Barrow do Portishead, isso deve esclarecer um pouco a situação.

 Agora, o segundo álbum da banda vai provavelmente ser cotado como um dos melhores do ano, e acho que melhor descreve essa nova fase da banda como uma  mistura de ingredientes de Joy Division, TV on The Radio e o próprio Horrors. Vale a pena conferir esse grande trabalho.

 Nessa quente quinta feira eu ouvi bastante heavy metal, um disco do Fleetwood Mac que não ouvia faz um bom tempo e uns eps muito legais e sendo esse um blog de novidades musicais são esses últimos que nos interessam.

 Um deles de três músicas do Pete Doherty, anunciando talvez uma carreira solo, o que remete um pouco ao Morrissey não é? É britânico de uma grande banda e que enquanto todos fãs esperavam o retorno eis que surge uma carreira solo, outro EP foi do Peter Bjorn & John chamado “Nothing To Worry About” com apenas duas músicas e para encerrar um do Suburban Kids With Biblical Names ou SKWBN, “#4” sucessor do “#3”, esse um álbum.

 #4 tem apenas quatro músicas (o que não é um tabu, o #3 por exemplo, tem doze), que como nos outros trabalhos do grupo, possuem uma bela mistura de cordas com uma base eletrônica. Com esse novo trabalho eles reforçam, pelo menos para mim, que tem um som bem próprio e característico. Abaixo um vídeo da faixa de número 3, Europa.

 Como prometido aqui estão duas das minhas descobertas recentes.

Grand Archives

 grandarchives

 Mat Brooke, da igualmente boa, Band of Horses, lançou no ano passado o primeiro álbum do Grand Archives pelo selo Sub Pop e apesar de não ter sido muito visto nas famosas e numerosas listas de fim de ano, merece nossa atenção. É um trabalho suave, não tanto quanto o Band of Horses, mas da para ter uma boa noção se você os conhece, é só um pouco mais pra cima o som da banda, parecido com Fleet Foxes, recomendo.

Robyn Hitchcock & The Venus 3

 O novo trabalho de Robyn Hitchcock, “Goodnight Oslo”,  já é um dos melhores do ano para mim. O único contato que tive com a obra de Robyn até ouvir esse álbum foi com sua primeira banda, os The Soft Boys, grande banda, que sempre foi uma referência direta para o REM, e nesse disco de Robyn acompanhado dos Venus 3, Peter Buck, sugere um encontro de criador e criatura, o que é curioso já que mesmo o som do REM ter uma gritante influência dos Soft Boys, esses não chegaram aos pés da grande mídia, ao contrário dos seus influenciados.

Robyn e John Paul Jonesrobyn and john

 Esse novo disco é o segundo de Robyn junto com os Venus 3 , mas ele nunca esteve parado, entre o fim de sua primeira banda e o “Olé! Tarantula”(primeiro da sua banda atual), ele além de lançar tributos e fazer várias participações criou também nos 80’s o Robyn Hitchcock & The Egyptians. Histórias a parte, o hoje de Hitchcock e seu álbum de 2009 merece ser ouvido com carinho e atenção, o que não é difícil, são dez músicas bem leves que não pretendo apontar as melhores, é uma obra completa.

Maupa

março 3, 2009

maupa

 Olá pessoal, venho falar hoje de uma das minhas descobertas dessa segunda, não a melhor delas, mas mesmo assim interessante (falo em breve das outras).

 Trata-se dos ingleses do Maupa, banda que tende a crescer muito com esse segundo disco o “Run Run Sleep” e é a segunda banda do blog que parece ter o Arcade Fire como ponto de partida, não que isso seja ruim, só é estranho ver um grupo fazer isso com uma banda tão recente, mas o que importa é que o fazem bem, e com traços próprios mesmo que raros como na faixa seis “What a mess”, e no próprio vocalista da banda que apesar de não ter sal nenhum, também não remete as suas bandas semelhantes.

Compõem esse álbum dez boas faixas, nada brilhante e na minha opinão sem o tal do “felling” mas continuam boas faixas, amanhã (03/03), mostro as grandes descobertas que citei no começo do post, até!

Red Light Company, não quero apontar como uma aposta para esse ano, se eles estourarem claro que seria bem curioso já que não tem nada a ver com as bandas do momento, mas o fato é que o álbum de estréia do grupo de Londres é ótimo, se chama “Fine Fascination” e me lembra bastante JJ72 e Suede, mesmo sem tanta distorção na guitarra ou o vocal mais agudo, mas lembra! O disco é cheio de boas canções, o trio de abertura é muito bom dois deles já com videoclipes, nada mal para uma banda de 2007.

redlightcompany

Esse o pessoal já conhece, vim mesmo é contar sobre o novo dele, intitulado “Noble Beast”  que é composto de 14 faixas encantadoras. Esse é o quinto do Andrew Bird, e li por aí que ele anda repetindo a fórmula, mas não tem fórmula, isso não se repete, é um violão acompanhando a maioria das músicas, com uma voz encantadora e alguns toques a mais como palmas, assobios, uma guitarra elétrica ou um piano em uma ou outra faixa, deixando prevalecer mesmo boas e novas melodias, e não repetição. Pouco antes do lançamento do álbum foi lançado “Useless Creatures” um álbum instrumental para acompanhar o “Noble Beast” que além das 14 faixas tem mais três bônus, duas no iTunes e uma no eMusic, vale a pena procurar elas também.

Abaixo você confere a bela capa do cd instrumental, o acompanhante.

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Desses aqui pessoal recomendo esse single, a música é boa o clipe também mas devido a sonoridade do grupo não recomendo baixar o álbum não, mas se quiser arriscar.